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Nos mutirões de combate à dengue, 50 mil imóveis são visitados em 2023

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A Secretaria de Saúde de Limeira, por meio dos 80 agentes do Departamento de Vigilância de Zoonoses juntamente com os agentes do Departamento de Atenção Primária, responsáveis pelas ações de prevenção, fiscalização e combate à dengue no município visitou cerca de 50 mil imóveis em diferentes bairros do município. Além de visitas às residências, agentes do Departamento também participaram de ações de limpeza em pontos estratégicos e de orientações à população. Em muitas dessas ações, as equipes recolheram e descartaram materiais que poderiam se tornar possíveis focos e coletaram tubetes com larvas de mosquito para análise, a fim de identificar a presença do Aedes aegypti.

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O prefeito Mario Botion lembra que as ações do poder público são permanentes de janeiro a dezembro e que, desde 2017, com a criação do Comitê de Prevenção e Controle das Arboviroses Urbanas, é possível detalhar a situação da dengue no município e definir as estratégias de controle e prevenção. “A não notificação de um caso suspeito compromete a intervenção de forma eficaz e permite a disseminação da doença. Notificar é um dever e um ato de cidadania de todo profissional de saúde”, afirmou o prefeito Mario Botion.

O ano de 2023 somou 29 mutirões e a aplicação de 30 autos de infração e três limpezas compulsórias. Somente no “casa a casa” foram 279.733 imóveis visitados. Escolas e espaços públicos receberam 149 ações educativas. “A sociedade tem um papel importante no diagnóstico da dengue. Quando o paciente melhora, é comum que ele não volte ao atendimento médico. Mas precisamos da notificação por parte de médicos e laboratórios. O paciente com suspeita ou confirmação para dengue deve realizar os exames e seguir orientação médica, mesmo após os sintomas”, explicou Vitor Santos, secretário de saúde.

CRIADOUROS
A gerente da Divisão, Pedrina Costa, explica que, entre os recipientes propensos à formação de criadouros e que podem abrigar larvas do mosquito estão latas e frascos inservíveis, pratos e pingadeiras e garrafas retornáveis. “Sobre esses recipientes, ressalta-se que o risco poderia ser evitado, considerando-se que estes objetos são móveis e passíveis de remoção”, disse.

RECOMENDAÇÕES
* Descarte de todo material que possa acumular água;
* Vistoria na própria residência, pelo menos, uma vez por semana, para eliminar possíveis criadouros;
* Armazenamento, em local coberto, de utensílios que possam acumular água, sobretudo baldes e regadores.



Informações PML

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